LuluzinhaCamp 10 029, por Gabi Butcher

foto: Gabi Butcher

Inscrições já estão abertas há algum tempo e já temos razão para comemorar: teremos representantes de todos os grupos do LuluzinhaCamp pelo Brasil. Brasília, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina terão coordenadoras e/ou participantes presentes no nosso encontro do dia 18 de setembro.

Sobre a programação:

Além do que já dissemos, novidades:

  1. Acabaram as vagas para a oficina de WordPress, desculpem.
  2. Está confirmado o FotoRecado com a Gabi Butcher. E tem horário: das 14h30 às 15h30 – para ela também curtir o nosso encontro.
  3. Teremos uma van saindo da Estação Sumaré do Metrô para levar a mulherada para a Casa Bartira. Ponto de encontro e dicas irão para as inscritas por e-mail dois dias antes do encontro.

Nossa ação social está definida

Gabi Bianco levantou a bola e a coordenação chutou para o gol: vamos apoiar a Família Santa Clara com dinheiro. Quem for ao encontro, dá quanto puder e nós encaminharemos a eles, por depósito (com prestação de contas aqui, duh). E nós vamos nos atrever a fazer uma convocação: se você curte o LuluzinhaCamp, por favor, doe o valor da inscrição (R$ 25,00) para eles através da Vakinha. Avise lá que você é do LuluzinhaCamp! É um jeito de todas ajudarem. Nós acreditamos no taco das blogueiras brasileiras. Vejam: As 14 crianças da Família Santa Clara estão em abrigos, sem nenhum cuidado, carinho e, pior, separados. Segundo o blog, os que estão na Aldeia SOS estão incomunicáveis e não podem receber visitas (!!!). Por estas e outras, quando a Gabi sugeriu o apoio, nenhuma coordenadora se negou. E vou dizer para vocês: me dói ver o Lucas Celebridade conseguir R$ 6 mil reais em um dia e a Família Santa Clara não conseguir, em meses, o dinheiro que precisa para a reforma da casa.

Você não sabe nada? A gente explica, com ajuda da nossa querida Subversiva (clique no link para saber cada passo da epopéia).

A Família Santa Clara não é um abrigo para crianças. É uma família. Depende da colaboração financeira de sua comunidade. Em junho, a Justiça foi lá e levou todas as 14 crianças que eram cuidadas com amor e carinho. Alegaram que a casa era inabitável e que aquele não era um ambiente bom para morarem.

O Ministério Público diz que a casa precisava de reformas. Ninguém por lá cuidava de crianças ali para gerar renda, para trabalho infantil, para produzir retorno financeiro. Só havia gastos, grandes gastos e nenhum incentivo público. Em 2006, o principal apoiador financeiro deixou de contribuir com a Santa Clara e eles passavam por dificuldades. Ao invés de apoiar com o pouco necessário, o poder público resolveu enterrar a família de vez. Tirou os filhos do convívio de seus pais, afastou irmãos do convívio de irmãos.

Ainda não se inscreveu? Corre maricotinha, que a farra promete!