Você faz a Internet

Este não é um post pago, é apenas um post para mostrar que boas idéias podem, muitas vezes, mudar a maneira como nos relacionamos com o mundo.

Imagem de Steve Rhode, no Flickr em CC

O Google Chrome vem ganhando uma série de comerciais mostrando como as pessoas utilizam a internet para espalharem mensagens de apoio e entrarem em contato com outras pessoas. A internet é infinita e podemos pensar que uma pessoa é ínfima dentro dela, mas esse universo é feito por cada um de nós. Por isso é importante que publiquemos posts em defesa dos direitos humanos, textos que combatam o preconceito, a intolerância e, que lutem pela liberdade, pelo planeta, por um mundo melhor. Pois é dessa maneira que a corrente é feita, por meio da interação entre as pessoas.

Cabos, redes, velocidade, banda larga e outras estruturas não são o que fazem a internet. A informação não existe se não chega até nós, se não há pessoas produzindo, buscando, espalhando ou discutindo. Na internet ninguém deve se restringir a ser apenas consumidor, porque sempre há maneiras de contribuir em algo nessa imensa comunidade online.

Até agora o Google Chrome tem 4 comerciais. E em 2 deles traz personagens que estão diretamente relacionados a comunidade LGBT: Dan Savage e Lady Gaga. Já falamos um pouco de Dan no post Não gosto de Meninos. Diante de números assustadores de suicídios entre jovens gays, lésbicas, transexuais e transgêneros, Dan Savage decidiu criar um projeto que possa trazer esperança a milhares de jovens que sofrem todos os dias por não se sentirem aceitos. Lady Gaga é um dos símbolos da cultura pop-LGBT da atualidade. Suas músicas batem forte nas pistas e nos corações de diversas pessoas. Por meio da internet ela tem a chance de ter contato direto com seus little monsters. As pessoas são peças fundamentais para que a mensagem de Dan Savage ganhe o mundo e para o sucesso de Lady Gaga. E você que está lendo estas linhas faz parte disso. Você não está sozinh@.

A Pública

Esses dias, por meio de um tweet aqui, um aviso num acolá, acabei chegando no site A Pública. Uma agência de reportagem e jornalismo investigativo que produz material de qualidade, licenciado em creative commons. E sabe qual o mais bacana? O projeto é capitaneado por três mulheres: Marina Amaral, Natália Viana e Tatiana Merlino, que, entre elas, têm seis prêmios Vladimir Herzog de Direitos Humanos, um prêmio Andifes de Jornalismo e um Prêmio Troféu Mulher Imprensa.

O objetivo da Pública é produzir conteudo jornalístico de interesse geral, que muitas vezes não ganha espaço na grande mídia. A proposta da Pública é fazer jornalismo  “puro” – reportagem – em parceria com veículos, instituições  e jornalistas independentes do Brasil e do mundo. A organização Wikileaks e o jornalista britânico Andrew Jennings estão entre os que já participam do projeto. A proposta também é produzir reportagens em diversos formatos – áudio, vídeo, foto, texto, infográficos – utilizando as ferramentas do jornalismo digital para trazer ao público informação de qualidade, com a interatividade que os recursos oferecem. A missão da Pública é fazer jornalismo de interesse público com o máximo de independência, seriedade e profundidade possível – mas sem deixar de lado a sedução da boa reportagem. Entre as reportagens mais recentes há várias sobre os desaparecidos na região do Araguaia durante a Ditadura Militar.

A Pública é uma boa notícia, num momento em que a mídia tradicional produz cada vez mais factóides ao invés de elaborar boas reportagens. O advento da internet trouxe o caráter instântaneo da notícia, mas não podemos esquecer da importância de nos aprofundarmos em temas complexos. Matéria de outubro de 2010 da Revista Piauí, entitulada: “Caro, trabalhoso, chato” fala das dificuldades do jornalismo investigativo:

Investigações jornalísticas são trabalhosas, caras, demandam tempo e nem sempre rendem reportagens publicáveis. Pode se passar meses escarafunchando um assunto e não conseguir material suficiente. A maioria exige viagens e algumas requerem mais de um repórter trabalhando em tempo integral. Também costumam ser bem mais longas do que as matérias comuns, o que, no mundo do Twitter, lhes reduz o número de leitores em potencial.

Para resolver essa questão, A Pública pretende trabalhar em colaboração com parceiros internacionais em apurações de maior fôlego e publicar reportagens por eles produzidas. Além de estabelecer parcerias com fundações e instituições para pesquisas de longo prazo. O jornalismo investigativo não é tão popular nos dias atuais, em que as pessoas preferem se informar por meio de um tweet. Porém, é essencial para acreditarmos na função social do jornalismo e no fortalecimento do direito à informação. O nascimento de uma agência de jornalismo investigativo no Brasil, feita por mulheres, que disponibiliza gratuitamente o acesso gratuito à informação, deve ser celebrado num momento em que a internet permite o surgimento de uma sociedade mais aberta e colaborativa. Não deixe de acompanhar este projeto.

Blog recomendado: Blogueiras Feministas

feminismo é a ideia radical de que mulheres são gente

Você já conhece o Blogueiras Feministas? Deveria. É com enorme orgulho que apresento este blog, fruto da reunião de algumas das muitas mulheres bacanas que estão à solta nesta internet. Um blog realmente coletivo, onde você tem acesso a uma sinfonia, feita sob medida para a gente experimentar o que é ser feminista a esta altura do campeonato.

As vozes, ah, as vozes. Liberdade e igualdade – pode ser? E o olho ilumina com a inteligência da mulherada, que segura e instiga discussões, sem medo de ser feliz. E pra quem acha que feminismo é palavrão: prestenção! A galera tem um grupo de discussão – tão ou mais movimentado que o nosso – e compartilha conteúdo com a tranqüilidade e a leveza que a vida pede. E nunca deixa assunto sério passar batido.

E ainda tem os vídeos bacanas da Nessa, uma das grandes revelações 2010/2011 – junto com uma galera bacana que também está lá. Antes de torcer o seu nariz, confira.

O trabalho novo da nossa Cintia Costa

Já está no ar a mais nova iniciativa da Natura, o portal adoromaquiagem, que tem na gerência de comunidade a queridíssima Cíntia Costa. Ela está lá para cuidar da comunicação, ouvir, responder e contar para os usuários – não só por lá, mas também em outras redes sociais – o que está acontecendo.

A história é velha entre as empresas mais antenadas: construir um lugar para o consumidor interagir. Por lá, há dicas do maquiador Marcos Costa, lugar para fazer perguntas e respostas, votar nos seus produtos preferidos. Claro que para poder fazer tudo isso, a moeda são informações a seu respeito. O cadastro por lá dá acesso também aos outros portais da Natura.

O destaque, segundo a empresa, é a tal da maquiagem virtual. Com o recurso você pode brincar de maquiagem com modelos que já estão lá, ou usar uma foto sua para testar produtos e combinações de cores. Cheio de vídeos e informação, parece ser diversão para quem realmente gosta de maquiagem. Eu e a Cíntia queremos muito saber o que vocês acharam.

Se você não é de São Paulo e não conhece a Cíntia, conheça já o Planejando o meu Casamento e o Recém-Casada. A Cíntia é Luluzinha de primeira geração (está conosco desde o primeiro encontro), é jornalista e interneteira de mão cheia.

Luluzinhas no Intercon

Precisamos adiantar o sorteio para poder fazer as inscrições das Luluzinhas sorteadas no InterCon2009. Ontem à noite coloquei os números dos comentários (26) no random.org e gerei a lista abaixo

RANDOM.ORG - Luluzinhas no Intercon

As felizardas são a Andreza (Meninas de Pantufa) e a Marlene, do SexChic. Mas todas as Luluzinhas que quiserem participar do Cyberpunk vão ter acesso, segundo o Gil Giardelli. Aguardem mais informações.

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