Eu quero esse
Foto da Tchuly do LuluzinhaCamp Brasília

Vivemos tempos estranhos e ricos. São dias de manifestação escancarada de medos, mazelas e alegrias por todas as veias da internet. De expressar nosso desgosto com programas, propagandas, políticos. De mostrar nossos filhos, feitos e alegrias no Flickr, Videolog, YouTube. E também de estar sob ameaça permanente da nossa liberdade de expressão. Que pode vir disfarçado em processo ou lei… na mesma dá.

Das gravadoras, que processam sem dó usuários nos Estados Unidos, às questões de plágio que, sim, nos atingem – sem contar os inúmeros projetos de lei que tramitam na lama vermelha do Planalto Central e tentam porque tentam evitar que a gente use a internet livremente. Há mazelas, claro. Sempre há. Malfeitor@s estão aqui tanto quanto nas ruas que usamos diariamente.
LuluzinhaCampPR
Foto da Tine do LuluzinhaCamp Curitiba
Para completar, a gente tem que suportar um bombardeio extraordinário de imagens onde as mulheres são magras, perfeitas e, geralmente, diminuídas. Quantas protagonistas de verdade há no imaginário brasileiro atual?
Divas e poderosas
foto da Gaborin do LuluzinhaCamp SP
Nem só de imagem vivem blogueiras e mulheres à solta na rede. A gente tem que aguentar #lingeriesday estoicamente (por conta dos comentários absurdos), saber código e um tiquinho de programação e ainda nos deixam falando com a parede quando a gente desanca a professora do além que trata blogs femininos como se diários fossem.
2º LuluzinhaCampRJ
foto da Patrícia Haddad do LuluzinhaCamp RJ
Nada contra diários. Eu também tenho o meu – e está online, com link bem no alto da barra do Ladybug. Quem quiser, acha. A questão da liberdade não é de gênero, por definição, mas a gente quer, sim, conversar sobre isso lá na Oca, no dia 30.

Então convido todas para – enquanto preparam quitutes, inventam brindes e brincadeiras, twittam e blogam – pensarem no que é liberdade na rede. Leiam, façam buscas.

Fontes para vocês:

Acho que a gente também pode aproveitar para pensar em como manter a confiança e o respeito às diferenças num grupo que só faz crescer, chamado LuluzinhaCamp.

Como diz a minha xará Malla: Tudo de bom sempre.