O LuluzinhaCampRJ #9 vem aí

Glória Celeste e Heloisa Paula

 A 9ª edição do Luluzinha Camp RJ será 13 de dezembro, a partir das 14 horas em Ipanema! Como vocês sabem o grupo está em uma nova fase, agitando novos encontros em várias cidades, e o Rio não poderia ficar de fora.

Este evento foi organizado colaborativamente pelas Lulus do Rio desde outubro. A programação contará com oficinas, bate-papos e palestras de 30 a 40 minutos cada, bazar de trocas, e, é claro, muito networking. Para acompanhar o evento ou divulgá-lo nas suas redes, use a hashtag #LuluzinhaCampRJ.

Programação: 

  • A Denise Rangel promoverá uma Roda de Leitura. (sorteio entre as participantes: uma sessão de Reiki Tradicional )
  • A Stella ministrará uma Oficina de Cupcakes de Natal.
  • Coffee Break.
  • A Claudia Sardinha vai ensinar sobre Tratamento de Imagens no Celular.
  • A palestra da Renata Corrêa se chama Escrevendo Ficção.
  • E a Carla San vai explicar O que o Estilo pode fazer por você

O que trazer:

  • 1 prato doce ou salgado para o lanche coletivo (indispensável)
  • Sua caneca ou copo reutilizável
  • Vontade de trocar experiências (indispensável)
  • 1 refrigerante ou suco (opcional)
  • Peças em bom estado para o bazar de trocas. Pode ser bolsa, roupa, livro, bijoux, maquiagem… As Lulus veteranas explicarão como funciona na hora. (opcional)

 

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Inscreva-se! Preencha o formulário e depois

Basta trazer um prato para o lanche coletivo e R$20,00 (vinte reais).

O valor das inscrições cobrirá o aluguel do espaço, e os ingredientes da oficina de cupcakes. Precisamos de no mínimo 10 participantes, e o espaço acomoda até 30 pessoas. Envie o comprovante de pagamento antecipado para natunorio@gmail.com

Depósito na conta da Ana Carolina A. Camargo

Banco do Brasil    CC 9518-4 Ag. 4010-X

CPF 315.161.058.77

 

Como participar do grupo LuluzinhaCamp Rio:

 

Local e horário:

Dia 13 de dezembro (sábado), das 14h às 18h30.

Conference Room do Tiffany’s Residence Service

Rua Prudente de Morais, 302

(Próximo à estação General Osório)

No espaço há wifi, geladeira, cooktop e jardim de inverno.

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#PrecisamosFalarsobreAborto

precisamosfalarsobreaborto

A revista TPM convocou a ação nas redes sociais – em tese é pra gente postar foto com a hashtag do título.

Aqui no LuluzinhaCamp a gente sempre lutou pela legalização do aborto. Porque quem morre é a mulher pobre. Porque justo é que todas nós tenhamos pleno direito e controle de nossos corpos. Aborto ser crime é tipo assim dizer que você, menina, moça, mulher, só serve pra ter filho. E não tem plenos poderes sobre o seu corpitcho.

Retrospectiva de posts sobre aborto no LuluzinhaCamp:

Aborto legal para todas nós

Aborto: você não precisa ser a favor para apoiar a legalização

5 Mitos sobre a legalização do Aborto

Pela dignidade da mulher e contra o Estatuto do Nascituro

16 lugares para buscar ajuda contra a violência

    

#somostodasCharôNunes

somostodasCharôNunes
Entenda a razão de usarmos uma foto da queridíssima Charô Nunes como avatar na rede azul:

Mulatólogo não é profissão, é machismo: http://blogueirasnegras.org/2014/01/10/mulatologo

A resposta do “mulatólogo”, ops, machista: http://naofo.de/22uc – o tal mulatólogo quer saber quem é Charô Nunes.

Se você já está no grupo a algum tempo, sabe bem quem é Charô Nunes.
Se chegou a pouco tempo, confie nas mais velhas: Charô é uma mulher porreta que não deixa desaforo passar em brancas nuvens.
E por isso merece todo o nosso apoio.

Luluzinhas

lulu

Normalmente no Brasil quando vemos um grupo de meninos reunidos dizemos “Olha lá o clube do Bolinha!” e quando vemos meninas reunidas chamamos de? Clube da Luluzinha!!

Já rolou um post aqui da Juliana Sales sobre como surgiu o nome do LuluzinhaCamp. E agora trago para vocês de onde vem essa expressão.

Com orgulho posso dizer que este nome se refere a um personagem das histórias em quadrinho criada por uma das primeiras quadrinistas mulheres a ter seu reconhecimento no mundo: a Marjorie Henderson Buell, conhecida como Marge.

Luluzinha apareceu pela primeira vez em 23 de fevereiro de 1935 e foi desenhada por Marge até 1947. Depois disso ela mantinha o controle criativo das tiras selecionando quais iriam ser publicadas.

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Primeiro desenho da personagem

Apesar da autora não ter criado sua personagem com um viés feminista, Luluzinha falou por si e se tornou uma referência quando falamos de personagens feminina dos quadrinhos e na época foi referência de movimentos feministas.

Por aqui ela apareceu na década 60, época em que as mulheres estavam começando a viver momentos transformadores como sua entrada na universidade, o uso da minissaia e a possibilidade do divórcio.

A personagem  inteligente, travessa, sincera e cativante não deixava que os meninos a passasse para trás e demonstrou que poderia tanto quanto eles. Nas suas histórias o personagem Bolinha mantinha um clube exclusivamente para meninos cujo o lema era “Menina não entra!” e com seus cachinhos e vestido vermelho Luluzinha tentava driblava a tentativa do garoto.

Tendo vida longa, Luluzinha apareceu em vários produtos e recebeu reimpressões no Brasil. Hoje, assim como a Mônica, temos uma versão jovem da personagem.

Luluzinhas são assim todas essas meninas/mulheres que não param quietas, que questionam, que se movem e que transformam!

:)

Desigualdade de gênero na pesquisa científica

#inequality
A nossa querida Lucia Malla, Xará mais que amada, participou de um programa de ciência num canal havaiano.

http://www.ustream.tv/recorded/53661582

Ela explica: “A razão do convite para a entrevista foi porque recentemente nosso laboratório recebeu verba federal para estudar desigualdade de gênero na pesquisa científica biomédica, em nosso ultra-super-hiper restrito tópico de estudo (selênio). Mas há todo um bias antigo na pesquisa biomédica que leva ao uso apenas de modelos animais masculinos, com a fraca justificativa de que eles seriam “mais simples”, sem o ciclo hormonal feminino para complicar os resultados. Com isso, o resultado final lá na frente é que muitos dos remédios testados e que hoje são comercializados não foram apropriadamente testados em fêmeas e/ou mulheres, e alguns deles já causaram problemas graves de diferença de ação de acordo com o gênero do/a paciente.

Atualmente, esta é uma das maiores preocupações das entidades de suporte à pesquisa científica nos EUA e na Europa, diminuir esse abismo de conhecimento entre a fisiologia masculina e a fisiologia feminina, em absolutamente todos os aspectos da medicina e da medicina veterinária.

Por fim, nossa pesquisa talvez seja extremamente específica em um tópico ultra-super-hiper-restrito, e talvez isso canse um pouco para assistir ao vídeo. Mas, como visto 100% a camisa do “aja ao invés de apenas reclamar” e acredito muito no efeito formiguinha, acho que esse é um bom primeiro passo. É o que posso fazer dentro do meu expertise.”

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